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Mineração

18/05/2017 15:50

Desempenho da Largo continua em alta

Forno da Largo

A Largo Resources registrou receita de U$ 29,425 milhões no primeiro trimestre de 2017, ante os U$ 10,048 milhões obtidos exatamente um ano antes. Os custos diretos com usinas e minas cresceram de U$ 11,441 milhões para U$ 20,450 milhões na comparação anual.

Mark Smith, Presidente e CEO da Largo, declarou: "Nosso desempenho financeiro do primeiro trimestre de 2017 manteve os fortes resultados alcançados nos últimos trimestres. Estamos extremamente orgulhosos destas conquistas e da nossa equipe operacional no projeto da mina Maracás Menchen”. "Nossa convicção é que a produção, custos operacionais em caixa e preços de vanádio continuarão fortalecendo e permitindo que a Largo ofereça melhor desempenho financeiro durante o ano fiscal de 2017”.

Durante o primeiro trimestre de 2017, a recuperação global do V2O5 foi de 71,8%, comparada a 62,6% no quarto trimestre de 2016 e 58,9% no terceiro trimestre de 2016. A Companhia continua melhorando a recuperação do metal, trabalhando ativamente para reduzir custos e aumentar a eficiência operacional.

Os principais componentes do nível melhorado de recuperação no primeiro trimestre de 2017 incluem a recuperação de lixiviação, que aumentou de 90% no quarto trimestre de 2016 para 95% no primeiro trimestre de 2017 e da recuperação da planta de concentração magnética, que aumentou de 90% no quarto trimestre de 2016 para 97% no primeiro trimestre de 2017. A produção mensal mais baixa durante o primeiro trimestre de 2017 foi em fevereiro, com um volume de 639 toneladas de V2O5. Isto foi principalmente devido à baixa disponibilidade na área de fusão.

A parada programada de março foi concluída e permitiu à empresa implementar melhorias em várias áreas, incluindo a substituição do triturador primário, a instalação de um novo sistema de alimentação do forno para melhorar a estabilidade da instalação e outros equipamentos. O forno de fusão e a roda de desbaste também foram substituídos para evitar futuras perdas de produção, como fevereiro de 2017.

A Largo vendeu 23 toneladas de V2O5 de alto grau de pureza em fevereiro e outras 80 toneladas em abril. Além disso, a Companhia continua instalando equipamento necessário para manipular e embalar o pó do V2O5. No segundo trimestre de 2017, a Largo espera realizar melhorias nos níveis de recuperação de metais e disponibilidade de instalações após a implementação dos projetos mencionados acima.

Após a instalação do novo sistema de alimentação do forno e do refratário do forno, a companhia espera reduzir seu consumo específico de carbonato de sódio, um dos principais consumíveis da planta. Além disso, a empresa trabalha para reduzir a temperatura da solução de concentrado limpo na fábrica de produtos químicos, que é esperado para reduzir o consumo específico de sulfato de amônio, outro consumível chave. A meta revista de produção será de 27 toneladas de V2O5 por dia, para uma produção mensal prevista de 840 toneladas de maio de 2017 em diante.

Fonte: Brasil Mineral

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