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Palestra

20/11/2017 15:40

Esfriamento Global: a verdade inconveniente

O planeta terra deve passar por um novo ciclo de esfriamento global, que pode ter como principal consequência a escassez na produção de alimentos. A afirmação foi feita pelo doutor em geofísica Almério França durante palestra na sexta-feira (17) na Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM).

Com grande participação dos colaboradores da empresa e convidados, o especialista apresentou fotos, gráficos e vídeos, para fazer uma viagem no tempo, sob o ponto de vista histórico e geológico, para defender a tese de que as grandes mudanças climáticas no nosso planeta são determinadas por ciclos que ocorrem a cada 206 anos e uma nova fase de resfriamento global estaria próxima.

Ele rechaça a ideia que associa a degradação ao meio ambiente provocada pela ação humana ao aquecimento global registrado nas últimas décadas. Segundo Almério França o CO2, tido como o grande vilão e seria o principal causador do efeito estufa, tem influência muito menor que outros gases como o vapor d’água e o metano, defendido por outra corrente de especialistas. “A emissão de gases poluentes e o desmatamento, por exemplo, tem impactos mais localizados do que sobre o clima global”, afirma.

Para o geofísico explosões ocorridas no Sol, considerada a fonte primária para o clima da Terra, afetam mais significativamente o nosso planeta que a ação localizada do homem.

Almério França avalia que grupos ambientalistas utilizam dados isolados para justificar a arrecadação de recursos para implementar políticas de mitigação dos impactos gerados pelas mudanças climáticas. Porém, alerta que com a proximidade de uma nova “Era do Gelo” a grande ameaça seria a dificuldade na produção de alimentos.

O palestrante é autor do livro “Planeta terra - Um lugar perigoso para se viver”, que discorre sobre desastres naturais ocorridos no passado remoto e recente e aponta cenários que a natureza pode nos reservar para o futuro próximo e distante, no nosso continente e no planeta Terra.

Fonte: Texto: Amarildo Barbosa (Semae/CBPM)

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